
Um sonho a se realizar!
As bibliotecas na verdade, promovem mudança e, com isso,
Viva pois a BIBLIOTECA, um Projeto que está modificando a nossa comunidade, porque só a educação
Por Valdek de Garanhuns - Poeta de Cordel
domingo, 31 de julho de 2011
Prefeitura de São Bernardo realizará 1ª Feira Literária voltada ao público infantojuvenil

sexta-feira, 15 de julho de 2011
Oficina de Conservação de Documentos
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Um plano para amar os livros
Mas, apesar de todos os sons e imagens que cruzam o nosso olhar, perfuram o nosso cérebro e nos tornam uma espécie de conduta passiva por onde toda essa informação passa, acriticamente, efémera e breve, o gesto de pegar num livro, o toque do papel, o virar da página, a sujeição a um ritmo necessariamente lento, nesse encontro iniciático entre quem escreve e quem lê, esse cerimonial de apresentação aos personagens, esse esforço ansioso de configurar o espaço onde se movem, os sons de vozes que não ouvimos, os cheiros e cores que não sentimos nem vemos é, e será sempre, um exercício emocionante, singular e inaugural.
A leitura é uma realidade imensa, viagem que, uma vez iniciada, não tem fim, uma amarra de que ninguém pensa sequer libertar-se, uma porta para todos os outros mundos, um modo expedito para todos os encontros, todas as conversas. Como escutar às portas sem ser promíscuo. Como espreitar as vidas alheias sem ponta de “voyeurismo”. Uma maneira de esquecer e de lembrar. De estar aqui e acolá. De ser isto e mais aquilo. E não tem fim esta possibilidade de mil vidas em uma, única forma recomendável de mentir. Não mentir propriamente, mas imaginar, o que é diferente e sem sombra de pecado. Nélida Piñon chamou à escrita “o arfar da língua”, Veríssimo (Luís Fernando, filho de Erico) definiu-a desta forma admirável: “Sempre escrevemos para recordar a verdade. Quando inventamos é para recordá-la mais exactamente.” Pepetela confessou que escrevia para sonhar e fazer sonhar. Montesquieu afirmava que não havia desgosto que uma hora de leitura não dissipasse.
Nestes últimos tempos li abundante e anarquicamente. Entrei, sem critério ou determinação prévia, na vida e alma de personagens muito diversos e com os quais estabeleci forte intimidade, viajei por uma geografia ousada e inconsequente, fiz troça do tempo, no passado e no futuro de mim. Dando sentido ao enigmático verso de Guimarães Rosa: “Eu sou donde nasci. Sou de outros lugares.” A leitura de livros – ficção, romance, novela, poesia – é hoje, talvez, a mais enriquecedora forma de estar sozinho, sem estar só. Num tempo em que sobem os níveis de stress, se sofrem os efeitos do excesso de informação quase impossível de assimilar, aumenta vertiginosamente o número de pessoas que vivem sós, se formam ilhas e redutos onde antes se convivia, se perde a individualidade e a interioridade, os livros são um antídoto garantido. E também para aturar os inúmeros maçadores que nos rodeiam e ameaçam atrapalhar a nossa vida. Em Portugal, país que bate recordes no consumo de antidepressivos, este antídoto devia ser promovido oficialmente.
Para os mais novos, a questão é ainda mais premente. Filhos de uma cultura informativa e de imagem, com poucos hábitos de leitura, são os futuros homo videns. Correm o risco de ficar à margem da percepção de tudo aquilo que releva na própria essência da condição humana. Se pensarmos no conjunto de estímulos indispensáveis à formação de cada um enquanto pessoa, parte substancial vem, seguramente, da leitura, do poder de interpelação que as histórias, que apenas os livros podem narrar deste modo, têm na estimulação dos sentimentos e da compreensão de cada um. Num quadro de absoluta liberdade, esse exercício individual e silencioso é uma forte argamassa para uma interioridade coesa que abre os caminhos para crescer.
Felizmente que os responsáveis perceberam isso. Daí que, apesar da crença cega nas novas tecnologias de informação para igualar oportunidades, o Plano Nacional de Leitura vai fazendo o seu bom caminho. É que não basta ensinar a ler, é preciso ensinar a gostar de ler.
Fonte:
http://blogue.rbe.min-edu.pt/
Festa Literária Internacional de Paraty 2011

Está acontecendo na cidade de Paraty desde ontem 06/07, seguindo até 10/07 a FLIP - Festa Literária Internacional de Paraty 2011 o mais importante evento literário da América do Sul, com dezenas de eventos relacionados a cultura.
Durante a Flip, a Tenda da Flipinha para crianças, será o ponto de encontro das atividades realizadas ao longo do ano. Para a sua realização há um processo pedagógico participativo de incentivo à leitura e de valorização do patrimônio material e imaterial da cidade. Portanto levem as crianças!

Vale a pena conferir, principalmente por haver um feriado neste final de semana.
Fonte:
http://flip.org.br/
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Saiba como procurar artigos acadêmicos de graça na Internet
Por isso é importante usar fontes confiáveis, e no mundo acadêmico essas fontes são os periódicos científicos. Como o próprio nome já diz, são publicações periódicas nas quais as mais recentes descobertas e pesquisas são publicadas após passar por um filtro formado por outros pesquisadores da área, também chamados de "pares".
Acesso Restrito versus Acesso Livre
Existem periódicos especializados em todas as áreas do conhecimento humano, da medicina à entomologia (estudo dos insetos), passando pela ciência da computação. Infelizmente, grande parte desses periódicos está nas mãos de grandes editoras acadêmicas, que cobram bem caro pelo acesso ao texto completo dos artigos. Você consegue visualizar, no máximo, o título, os autores e o resumo. E sabe o que é pior? Os autores originais não recebem nenhuma compensação monetária por isso.
Se você estuda em uma universidade federal ou estadual que possua convênio com a CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), você está com sorte: dentro do seu campus você consegue acessar e fazer download das principais bases de artigos pagas do mundo.
Mas se você, por outro lado, não tem essa facilidade, nem tudo está perdido: há boas opções de bases que indexam e disponibilizam artigos de periódicos que seguem a filosofia do acesso livre, ou seja, o texto completo está ali para quem quiser consultá-lo e usá-lo como base da sua pesquisa.
A Iniciativa dos Arquivos Livres (OAI, na sigla em inglês) pretende ajudar na disseminação do conhecimento científico facilitando seu acesso. E faz todo o sentido, não é mesmo? Afinal, para pesquisas realizadas com patrocínio público, quem está pagando é você também.
Ah, uma dica importante: isso não quer dizer que você pode copiar o texto dos artigos e dizer que são seus, ok?
Bases que oferecem acesso a artigos completos
- Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações (BDTD)
sábado, 9 de abril de 2011
Sobre a Universidade de Coimbra...
http://bibliotecajoanina.uc.pt/
quinta-feira, 24 de março de 2011
CURIOSIDADES SOBRE AS BIBLIOTECAS

Março é um mês onde muitos trabalhos escolares começam a encher a agenda dos alunos e as bibliotecas costumam ser a salvação para eles. Em março também é comemorado o Dia do Bibliotecário (dia 12), tema abordado pela Biblioteca Virtual do Governo do Estado de São Paulo especial de março de 2007. Então, nada melhor do que falar sobre bibliotecas neste espaço!
Apesar de alguns afirmarem que as bibliotecas podem acabar no futuro, visto que a internet oferece todo o tipo de informação de forma rápida, é preciso lembrar que nem todos têm acesso a ela. É verdade que o número de pessoas que a acessam é cada vez maior, mas ainda há muito o que fazer. A PNAD 2009 (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), divulgada no final de 2010 pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), aponta que, entre 2005 e 2009, o número de usuários de internet cresceu 112,9%. O maior percentual de usuários está localizado na região Sudeste, enquanto que em regiões como o Nordeste, o acesso - embora crescente (da ordem de 20%) - é menor ainda do que no Sudeste.
A biblioteca pública ainda é um dos locais mais democráticos para se ter acesso a informações. Não é preciso pagar para consultar ou emprestar livros, DVDs ou CDs que, normalmente, teriam um custo alto demais para grande parte da população, caso tivessem que ser comprados em livrarias ou lojas. Muitas vezes, com a ajuda dos programas de governos e ONGs, as bibliotecas – em sua maioria, públicas ou comunitárias - têm conseguido compartilhado seus espaços com ambientes de acesso gratuito à internet.
Além disso, muitas bibliotecas públicas não se limitam a apenas abrir as portas e emprestar materiais aos seus usuários. Você pode ir à biblioteca para assistir a sessões de filmes, a encenações peças de teatro, a palestras, participar de saraus, contação de histórias, fazer algum curso.
5 curiosidades sobre bibliotecas
1 - As bibliotecas são todas iguais?
Apesar de todas terem mais ou menos o mesmo layout (estantes cheias de livros e revistas), elas são diferentes entre si. Essas diferenças tem a ver com o tipo de acervo predominante e o público-alvo (perfil do público que mais frequenta a biblioteca). De forma geral, as bibliotecas podem ser:
- Bibliotecas escolares: localizadas nas escolas de educação infantil, ensino fundamental e médio. Seus acervos abrangem materiais para pesquisa escolar, livros didáticos e paradidáticos, infantis e infanto-juvenis.
- Bibliotecas universitárias: localizadas em faculdades e universidades. Seus acervos devem levar em consideração as bibliografias dos cursos que são oferecidos nas instituições. O MEC - Ministério da Educação avalia periodicamente a qualidade dos acervos dessas bibliotecas.
- Bibliotecas públicas: são mantidas pela administração pública e seus acervos atendem a todos os perfis: de crianças a adultos. Por essa razão é possível achar “de tudo um pouco”.
- Bibliotecas especializadas: são aquelas voltadas a temas mais específicos: meio ambiente, artes, indústria, etc. Geralmente estão ligadas a instituições de pesquisa ou mesmo empresas, servindo de apoio a funcionários ou pesquisadores internos. Como são materiais com maior grau de especialidade, costumam receber pesquisadores de fora também.
- Bibliotecas comunitárias: criadas por iniciativa de pessoas físicas ou por comunidades carentes de iniciativas culturais e não pelos governos; elas acabam tendo apoio dos moradores e empresários da região e de entidades sociais.
Não podemos nos esquecer das bibliotecas na internet. Geralmente são chamadas de bibliotecas digitais e bibliotecas virtuais. Elas, via de regra, não são a mesma coisa. Veja só:
- Bibliotecas digitais: disponibilizam conteúdos que existem no mundo real. Ou seja: lá você encontra a versão digital e integral de livros e monografias que existem em versão impressa. E isso com os devidos direitos autorais em dia.
- Bibliotecas virtuais: disponibilizam conjunto de links e conteúdos, disponíveis somente na internet, sobre determinados assuntos.
2 - Por que pedem para não recolocar os livros na estante, depois que eu os uso?
Porque os funcionários adoram ter trabalho a mais para fazer? Não. Muitas bibliotecas adotam como um dos métodos para verificar o uso dos itens do acervo. Contabilizando o que foi retirado das estantes, tem-se uma ideia dos assuntos e livros mais acessados. Deixar a recolocação a cargo da própria biblioteca garante que os livros sejam devolvidos ao seu próprio lugar, na ordem correta, sem ter o perigo de ficar “perdido” no meio do mar de livros. Até porque a ordem segue regras especiais, como veremos a seguir.
3 - O que querem dizer aqueles números e letras de localização nas lombadas dos livros?
Quando você faz a pesquisa por um livro, seja no computador ou nas famosas fichinhas de arquivo, encontra um código de localização que, em princípio, lhe permitirá encontrar o livro na estante. Você anota:
869.933
A368i
E se pergunta: “o que isso tudo quer dizer?!”. Bem, para desvendar logo o mistério, esse emaranhado de números e letras corresponde ao livro Iracema, do escritor brasileiro José de Alencar, conhecido de muitos estudantes brasileiros. Mas, hein? Explicamos:
O número “869” corresponde, genericamente, à literatura portuguesa; “869.9”, à literatura brasileira; “869.93” a “romance brasileiro”. E, finalmente, “869.933” a um romance da literatura brasileira do período romântico (final do século XIX). Engenhoso, não? Essa intrincada codificação é chamada de classificação (maneira de dar assuntos aos conteúdos) e tem, na prática, a missão de ordenar os livros e demais materiais nas estantes, de modo que seja sempre possível reencontrá-los quando necessário. A classificação acima veio da CDD - Classificação Decimal de Dewey.
Com o “A368i”, podemos definir que é o livro de Alencar. O “A” corresponde à primeira letra do sobrenome do autor (nesse caso, Alencar). O “368” vem de uma tabela específica de regras para sobrenomes de autor - chamada Tabela Cutter - e corresponde a “Alen”; então qualquer sobrenome que se aproximar dessa partícula pode ganhar esse número. “i”, assim minúsculo mesmo, corresponde à primeira letra do título do livro, onde artigos e preposições são ignoradas (Iracema).
A CDD - Classificação Decimal de Dewey (ou DCC - Dewey Decimal Classification, em inglês) foi criada em 1876 pelo estadunidense Melvil Dewey (1851-1931). O então jovem assistente bibliotecário da Amherst College (Massachussetts) criou um sistema que tinha como objetivo organizar todo o conhecimento do mundo em 10 grandes classes temáticas.
000 - Obras gerais. Generalidades (aí entram dicionários e enciclopédias)
100 - Filosofia (inclui também a Psicologia)
200 - Religião
300 - Ciências Sociais (Direito, Administração, Educação, Antropologia, entre outras)
400 - Linguística
500 - Ciências Puras (Matemática, Física, Química, Biologia, Zoologia, entre outras)
600 - Ciências Aplicadas (Medicina, Engenharia, Tecnologia, entre outras)
700 - Artes e Divertimentos
800 - Literatura
900 - História
Cada classe pode ser desdobrada em outras subdivisões e seções - que também seguem a lógica decimal - a fim de que o tema seja cada vez mais específico. Se você se deparar com um baita número, pode apostar que a classificação tentou ser bem minuciosa. É claro que, em pleno século 21, a ideia de tentar abarcar todo os assuntos do mundo, em um sistema de classificação, parece bastante ingênua. Novas temáticas são criadas, outras se fundem e algumas outras caem em desuso ou são alvo de questionamentos. E é assim que o conhecimento humano se desenvolve... Ao menos, a CDD (e outros sistemas como a CDU - Classificação Decimal Universal e a LC - criada pela Library of Congress) acaba tendo utilidade na organização das estantes das bibliotecas. Os livros são ordenados nas prateleiras seguindo a ordem da sua classificação (ordem numérica) e alfabética (ordem das letras dos autores e títulos), da esquerda para a direita, de cima para baixo.
4 - Já ouvi falar que na biblioteca eles “tombam” os livros. O que isso quer dizer?
Não tem relação com nenhum ato de violência contra os livros, nem com reações de estresse laboral. “Tombar”, no jargão do mundo das bibliotecas, significa dar um número de registro logo que um novo livro entra no acervo. Tal como um “R.G.”, esse número individual acompanha o livro para todo o sempre. Geralmente, você pode observar o número de tombo na folha de rosto do livro (a primeira página onde houver todos os dados referentes a ele, como: título, autor, editora, ano de publicação) e na página 100. Se quiser fazer um teste, tente abrir qualquer livro de uma biblioteca na página 100, e você encontrará o número de tombo.
5 - Qual foi a primeira biblioteca do mundo? E qual a primeira do Brasil?
É difícil dizer qual foi a primeira biblioteca a ser criada no mundo, até porque as bibliotecas já existiam antes mesmo do tipo de livro que conhecemos hoje em dia. Os povos antigos (babilônios, assírios, egípcios, persas, chineses, gregos, etc.) já reuniam seus acervos de documentos e escritos registrados em placas de argila, papiros e pergaminhos. Segundo os historiadores, uma das bibliotecas mais antigas que se tem notícia é a Biblioteca de Nínive, capital do Império Assírio (onde está localizado o Iraque atualmente), também conhecida como Biblioteca de Assurbanipal - rei da Babilônia no século 7 a.C. A biblioteca - construída no próprio palácio do rei - era composta por tábuas de argila e tinham como assuntos religião, magia, história, astrologia, catálogos de plantas e de animais, mapas e outros.
Porém, a mais famosa biblioteca do mundo antigo foi a Biblioteca de Alexandria, no Egito. Acredita-se que ela tenha sido fundada no século 2 a.C., durante o reinado de Ptolomeu II. Podem ter existido mais de 700 mil volumes, abrangendo obras importantíssimas da Antiguidade, que desapareceram com o tempo e com os diversos incêndios e ataques que trouxeram seu fim definitivo no século I a.C.
Em 2002, foi inaugurada uma grande biblioteca no mesmo local da antiga Biblioteca Alexandrina, como uma homenagem à primeira.
No Brasil, a primeira biblioteca instituída oficialmente foi a Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro, cujo acervo inicial (70 mil “peças”, segundo o site da Biblioteca Nacional) foi trazido por D. João VI na sua fuga ao Brasil, em razão da invasão de Portugal pelas tropas de Napoleão, em 1808. A data de 29 de outubro de 1810 é considerada oficialmente como a da fundação da biblioteca que, no entanto, só foi aberta ao público em 1814. Antes disso, só existiam as bibliotecas particulares e as dos conventos, onde o acesso ao público era fechado.
Guia das Bibliotecas Públicas do Estado de São Paulo
Quer conhecer os serviços e acervos oferecidos pelas bibliotecas e centros de documentação públicos no Estado de São Paulo?
Veja os contatos e outras informações no Guia de Bibliotecas Públicas do Estado de São Paulo disponível no site.
Fonte: Biblioteca Virtual
http://www.bibliotecavirtual.sp.gov.br/especial/201103-bibliotecas.php
Imagens: Internet
quarta-feira, 23 de março de 2011
A febre das redes sociais
Por meio delas, Estado divulga conteúdo multimídia como áudios, fotos, vídeos
O Governo de São Paulo está cada vez mais presente nas redes sociais, oferecendo as últimas notícias em diversos formatos, com fotos, vídeos e áudios. Atualmente, o Estado mantém perfis no Youtube, Orkut, Flickr, Facebook e Twitter.
Agora, é possível conferir as íntegras das coletivas e dos discursos do Governador Geraldo Alckmin no www.youtube.com/governosp e as fotos dos bastidores dos eventos na página www.flickr.com/governosp.
Além disso, é possível se manter sempre atualizado sobre ações do governo estadual - desde programação cultural até assinatura de decreto: basta seguir o @governosp no Twitter (www.twitter.com/governosp), ou na página no Facebook (www.facebook.com/governosp), e você pode ‘Curtir' tudo o que tem por lá.
Do Portal do Governo São Paulo

