Um sonho a se realizar!

Na verdade, as Bibliotecas são instrumentos de Paz, pois reúnem a juventude, de forma bem eficaz.
Quem frequenta uma biblioteca, muda de opinião, aprende e se satisfaz.
O projeto Biblioteca, tem essa finalidade: trabalhar para construir, uma nova sociedade, como cidadãos
conscientes, mais finos, mais eloquentes, com mais força e mais vontade.

As bibliotecas na verdade, promovem mudança e, com isso,
a juventude enaltece, dando apoio e confiança, pois a boa educação, começa com a atenção que damos as crianças.

Viva pois a BIBLIOTECA, um Projeto que está modificando a nossa comunidade, porque só a educação
pode dar ao cidadão, CONSCIÊNCIA E LIBERDADE!


Por Valdek de Garanhuns - Poeta de Cordel



sábado, 24 de dezembro de 2011

Especialistas falam sobre o futuro das bibliotecas

Gostei demais desta matéria publicada no blog http://www.blogdogaleno.com.br/texto_ler.php?id=10934&secao,  por isso compartilho com vocês.

Nos dias 24 e 25 de outubro, a Biblioteca Nacional convidou especialistas de várias partes do mundo para discutir o futuro das bibliotecas, com foco especial nas instituições nacionais de cada país. O seminário Biblioteca Nacional + 200 Anos trouxe ao Rio de Janeiro experts e diretores de Bibliotecas Nacionais para apresentarem experiências atuais e discutir perspectivas para o futuro da informação e seu compartilhamento. 

Perguntamos para alguns dos convidados qual seria o futuro da "biblioteca" como instituição de preservação de memória e de oferta de conhecimento ao público. Como a biblioteca do futuro vai administrar a informação digital? Ela vai deixar de ser um espaço físico para se transformar em virtual? Veja o que responderam:

Paulo Herkenhoff, crítico de arte 
Acho que a era digital é uma era que vai ser determinada pelo leitor e pela leitura, mais que pelo objeto. Estar atento ao leitor me parece uma das chaves para o futuro da biblioteca. Se quisermos permanecer como sociedade, nós precisamos de instituições que sejam capazes de representar simbolicamente nossa diversidade, nossos conflitos, nossas diferenças. Quais são as contradições, quais são os conflitos? Tudo isso deve estar dentro dessa instituição. O futuro da biblioteca poderia ser esse lugar onde uma rede de subjetividades se construa como um processo coletivo. Esse lugar é virtual, mas é um lugar com vontade de ser esse lugar e, por isso, exigirá fineza política para que não seja partidário, mas um projeto de estado.


Maria Inês Cordeiro, subdiretora geral da Biblioteca Nacional de Portugal 
Embora caminhemos rapidamente para uma parte do acervo estar disponível na internet, nós não diminuímos o número de leitores. Até temos aumentado o número de consultas localmente. E isso contradiz um pouco aquilo que normalmente as pessoas esperam que é “quanto maior for o acervo digital, menor será a procura física, local, na biblioteca”. Tem sido uma experiência importante para nós verificar que não. Uma coisa não invalida a outra. Penso que isso se deve também à grande variedade do acervo e à dimensão enorme do acervo [da Biblioteca Nacional de Portugal]. Não penso que daqui a 50 anos a biblioteca física vai deixar de existir enquanto tal, procurada pelas pessoas, porque nós continuamos a preservar o patrimônio físico e a sociedade quer que continuem a existir os livros fisicamente. Mesmo que estejam digitalizados, haverá sempre uma procura por razões de investigação.


Marco Streefkerk, diretor da DEN Foundation (Dutch Knowledge Center for Digital Heritage)
Houve uma discussão na Holanda sobre o futuro das bibliotecas e não se chegou a uma resposta. Há muitas opiniões sobre como será esse futuro e acho importante que a biblioteca discuta, mas que abra essa discussão para a sociedade. O que é esperado da Biblioteca? Que serviços especiais ela deve oferecer? Ainda acho que as pessoas gostam de estar juntas. Aprender é uma atividade social, não é algo que se pode fazer apenas em casa, na frente do computador.


John K. Tsebe, diretor da Biblioteca Nacional da África do Sul
Os livros estarão sempre aí, por isso devemos preservar o livro de papel. Ao mesmo tempo, devemos garantir a digitalização e o acesso a conteúdo virtual – talvez no sistema de computação em nuvens. É preciso que esse conteúdo seja acessado da forma mais universal possível. Minha visão é que a Biblioteca Nacional como um objeto físico, como uma construção, sempre existirá, porque se você olhar para qualquer país do mundo, a Biblioteca Nacional sempre será a maior biblioteca daquele país, em termos de espaço físico. É o lugar onde as pessoas podem ir, interagir, compartilhar ideias. O formato digital é importante, mas não vai substituir o livro físico. Acredito que devemos promover um equilíbrio entre as obras impressas e as virtuais – as que são digitalizadas ou as que já nascem digitais.


Roberto Aguirre Bello, chefe de coleções digitais da Biblioteca Nacional do Chile
As Bibliotecas Nacionais, como espaço físico, vão continuar existindo, sem dúvida. Muitas pessoas vão sempre preferir consultar os livros impressos, mas as bibliotecas virtuais oferecem algumas soluções, sobretudo para aqueles que desejam consultar obras de lugares remotos e a qualquer momento do dia. No Chile, a recepção aos objetos digitalizados tem sido muito boa e estamos fazendo todos os esforços para, cada vez mais, chegar a diferentes segmentos da comunidade com nossos serviços.


Aquiles Brayner, curador da coleção digital da British Library e consultor da Biblioteca Nacional do Brasil
A biblioteca física vai virar um espaço simbólico e o simbólico vai virar quase o real, que é o virtual. A biblioteca vai ter que oferecer serviços para acesso a conteúdos digitais, disso não se tem nenhuma dúvida, e os objetos que a biblioteca retém em seu acervo vão ficar quase como um instrumento de museu, não exatamente nesse sentido, porque ele ainda vai ser manipulado. Mas com a cópia digital, a biblioteca vai ter que trabalhar cada vez mais na prestação de serviços do que propriamente na formação de acervos.

sábado, 3 de dezembro de 2011

Pessoal...achei muito legal pois não sabia da existência de alguns sites que facilitam a troca de livros para as pessoas e basta somente realizar o seu cadastro e o melhor ...é gratuíto!
Caso estejam interessados em trocar ou somente fazer cicrcular os livros já lidos, os posts abaixo facilitarão a sua procura:








Como funciona:
1. Você cria uma lista dos seus livros que você quer trocar

2. Quando outro usuário solicitar algum livro da sua lista, você o envia pelo correio

3. Você confirma o envio e ganha 1 crédito para solicitar 1 livro










http://www.livralivro.com.br/


Como funciona:

1.Você monta uma lista de livros que possui para trocar e outra dos que gostaria de obter.

2.Quando um usuário solicitar um dos seus livros, você o envia pelo correio.

3.O livro sendo recebido, você ganha 1 ponto para solicitar 1 outro livro.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Como enviar livros pelo correio de forma mais barata

Como enviar livros pelo correio de forma mais barata

Como este ano estou mais envolvida com o mundo literário ando descobrindo coisas bem interessantes e úteis pra quem gosta de ler, uma delas foi o site Trocando Livros e o Skoob, neste sites eu fiquei sabendo de uma forma mais barata para enviar livros pelos Correios, essa descoberta facilitou muito minha vida pois agora posso enviar mais livros da Campanha Livro é pra Circular sem gastar muito, esta semana ensinei pra um amigo como fazer esta postagem e vou reproduzi aqui o que eu tinha dito pra ele, porque informações úteis como esta tem mais é que ser divulgada de modo que todos os blogueiros fiquem sabendo.

Nos correios existe várias modalidades de postagem com preços diferentes, mas a forma mais barata pra enviar livros é o “Registro Módico”:

O Registro Módico é uma redução tarifária aplicado ao serviço de Registro Nacional. Pode ser utilizado junto aos serviços de Carta (comercial e não comercial), impresso normal, impresso especial e mala direta postal, quando da postagem de:

- livros em geral, postados por qualquer pessoa física ou jurídica;

- materiais didáticos, impressos ou gravados em CD ou DCD, desde que postados por escolas de ensino por correspondência e destinados a seus alunos.

- A postagem de livros e materiais didáticos com Aviso de Recebimento - AR, Valor Declarado - VD e Mão Própria - MP, nas modalidades carta comercial, carta não-comercial, impresso normal e impresso especial, deve ser feita obrigatoriamente sob registro (Registro Módico ou Registro Nacional). (Fonte: Correios)...
 
P.S.: Para saber mais acesse o link no inicio da postagem ou

Biblioteca Richard Gleeson na cidade de São Francisco - EUA

Com a imagem desta super criatividade na construção de uma árvore feita somente de livros fica a nossa dica...Que tal uma dessas na sua casa ou em sua biblioteca?
Quem sabe uma menor se o problema for a falta de livros ou de espaço... 
Deixamos os nossos parabéns a biblioteca Richard Gleeson pela sua intenção e desejamos a todos que por aqui passarem um inesquecível e iluminado
Feliz Natal!

sábado, 5 de novembro de 2011

Exclusivo para pesquisas...

Olá pessoal, 

compartilho com todos mais um site para pesquisas de todos os gêneros:  o Domínio Público. Este site é uma plataforma desenvolvida pelo Ministério da Educação, uma biblioteca digital para facilitar as nossas vidas. São 04 (quatro) tipos de mídias para pesquisa. Vocês poderão pesquisar por Conteúdo, Teses e Dissertações, por Nome de Autor. Por exemplo até a Divina Comédia de Dante Alighieri está disponível em pdf. 
Já experimentei agora aproveitem...www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/PesquisaObraForm.jsp

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Biblioteca Pública na cidade de Rio Branco/AC

Olá pessoal, mais uma matéria recebida, valendo a pena dividir esta informação com vocês...


Reinaugurada em dezembro de 2008, após 01 ano de reforma para adaptações, a belíssima estrutura desta Biblioteca Pública na cidade de Rio Branco, estado do Acre encontra-se disponível para a população com espaços muito bem planejados e funcionais.
Quem visitar a cidade deve aproveitar para conhecer o local. Vejam as fotos:







































terça-feira, 1 de novembro de 2011

Cordel Bibliotecário




Peço a Deus inspiração
Pra ditar neste papel
De alguém que faz dos livros
O mais belo painel
Seu trabalho é diário
Falo do bibliotecário
Com as rimas de cordel.






A leitura é um universo
Que fascina multidões
Que dá asas para a vida
Nos liberta dos grilhões
Letras são seus santuários
Esses são bibliotecários
São dos livros, guardiões.


Através dessas leituras
Vão saber dos meus segredos
Os meus sonhos e vontades
Meus caminhos, meus enredos
Minhas dores e alegrias
Meus sorrisos, fantasias
As vontades e os medos.


 Com os livros são zelosos
E com eles têm ternura
Facilitam o acesso
Para o mundo da cultura
Uns dos livros têm ciúmes
Amam sempre os perfumes
Que exalam da leitura.


Incentivam o leitor
Para o bom desconhecido
A um mundo de palavras
E de sonho colorido
Seja homem ou mulher
Sempre sabe o que quer
Seu leitor muito querido.



Preservando os seus livros
Todos eles maravilham
Ao caminho dos leitores
Os seus passos sempre trilham
A leitura é seu sabor
Quando ganham um leitor
Os seus olhos sempre brilham.


Também sempre organizam
Todos os bancos de dados
E se responsabilizam
Por tê-los classificados
Todos dados armazenam
E nenhum querer condenam
Todos são orientados.

 Mas às vezes seu trabalho
Tem anônimo valor
Isso ao bibliotecário
Nunca, nunca causa dor
Vive pra ganhar leitores
Ajudar pesquisadores
Como multiplicador.



Seus caminhos são precisos
As ações tão necessárias
Das bibliotecas públicas
Infantis, comunitárias
Sejam aquelas populares
Ou então as escolares
Mesmo as universitárias.


Tem os das bibliotecas
Que são especializadas
Para uma área restrita
Suas áreas são voltadas
Novo mundo pode ver
Orientando o saber
Com pesquisas detalhadas.


Eles que nos facilitam
Pra ter a informação
Mais do que arrumar estantes
É a total transformação
De uma arte pra ciência
Todo dia uma experiência
Entra em seu coração.




Comum é os bibliotecários
Promoverem oficinas
Sessões e exposições
De leituras superfinas
Encantando com histórias
Retiradas das memórias
Os meninos e meninas.




E na era da Internet
Em que tudo é progresso 
Nesse mundo tão high-tech
Será que eles têm ingresso?
Não importa muito o meio
Nos ofertam o bom passeio
Para todos o acesso. 


Mas não são somente flores
No dia dos bibliotecários
O trabalho muito estressa
E também baixo salários
Fazer os investimentos
Para os reconhecimentos
Serão sempre necessários.







Vou parar o meu cordel
Com amor e alegria
Mas o verso bem rimado
Sempre, sempre prestigia
Quem adora os glossários
Salve os bibliotecários
Adeus, até outro dia.


Por: César Obeid 
Escritor cordelista

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Feliz Dia Criançada!!!

O Tico-Tico em volume luxuoso da Opera Graphica

Esta é uma coleção bem antiga de revistinhas que fazia parte semanalmente da vida da molecada de décadas passadas... Eu nem conhecia, pois soube somente esta semana pelo meu papito pois era a sua preferida durante a sua infância. Por isso ao receber a matéria me programei para no dia de hoje 12 de outubro "Dia das Crianças" nada mais oportuno como dividir com crianças da mesma epocao que copio logo abaixo...Boa diversão a todos!

A Opera Graphica apresenta o livro histórico de luxo O Tico-Tico 100 Anos - Centenário da Primeira Revista de Quadrinhos do Brasil (formato 26,5 x 36 cm, 256 páginas em preto-e-branco, capa dura, R$ 139 - acompanha uma edição fac-símile de O Tico-Tico #1, em cores), contando toda a trajetória de 70 anos da marca O Tico-Tico, desde o seu nascimento em 1905, como publicação semanal, até seu último número como revista periódica, em 1957, e em edições especiais até o seu final, nos anos 1970.

Obra ricamente ilustrada com mais de 800 imagens e com um encarte do fac-símile da raríssima edição integral de O Tico-Tico #1, de 1905.

O livro foi organizado pelos professores universitários Waldomiro Vergueiro e Roberto Elísio dos Santos, mestres em histórias em quadrinhos. Tem prefácio do jornalista Sergio Augusto e conta com 26 capítulos escritos por especialistas no tema, como os professores universitários Antonio Luiz Cagnin, Álvaro de Moya, Diamantino da Silva, Sonia M. Bibe Luyten (colaborada do Universo HQ) e Marco Aurélio Lucchetti, e os jornalistas especializados Fernando Moretti, Franco de Rosa, Nobu Chinen (colaborador do Universo HQ), Fabio Santoro, José Sobral e Worney Almeida de Souza.
Conta ainda com depoimentos de personalidades como Ruy Barbosa, Carlos Drummond de Andrade, Ruth Rocha, Mauricio de Sousa e Ziraldo, entre outros.

O Tico-Tico 100 Anos - Centenário da Primeira Revista de Quadrinhos do Brasil foca intensamente o personagem Chiquinho/Buster Brown, ícone desta publicação, assim como revela novas descobertas a seu respeito e de outras séries que figuram na centenária revista: Little Nemo, Reco-Reco, Bolão e Azeitona, Zé Macaco e Faustina, Kaximbawn, Jujuba, Carrapicho, Lamparina, Brocoió (Popeye), Gato Felix, o Ratinho Curioso (Mickey Mouse) e Gato Maluco (Krazy Kat).

Também destaca trabalhos de artistas geniais como J. Carlos, Angelo Agostini, Max Yantock, Alfredo e Oswaldo Storni, Luiz Sá e Paulo Affonso, entre tantos que fizeram de O Tico-Tico um autêntico marco da cultura brasileira.

A obra pode ser encontrada na Comix Book Shop (Alameda Jaú, 1998 - São Paulo/SP - Telefone 0XX11-3088-9116).

Entre os destaques do livro, figuram:

Na sua primeira aparição, em O Tico-Tico #1, o personagem brasileiro Chiquinho não se parecia em nada com o americano Buster Brown, de quem passou a ser decalcado depois;

O Tico-Tico, como revista periódica, deixou de circular em 1957. Porém, edições especiais com a marca O Tico-Tico Apresenta foram lançadas até 1977, e não até 1962, como se propaga;

Mickey Mouse teve sua primeira edição especial brasileira lançada como Edição Extraordinária de O Tico-Tico, em dezembro de 1934;
O Tico-Tico foi um dos principais responsáveis pela implantação da imagem do Papai Noel como culto natalino, durante a Segunda Grande Guerra;

O Gato Félix e Krazy Kat (O Gato Maluco) estrearam no Brasil em O Tico-Tico;

Zé Macaco, criado por Alfredo Storni para O Tico-Tico, é o personagem mais longevo da nossa história em quadrinhos. Foi criado em 1908 e publicado ininterruptamente até 1957, sempre na mesma revista. Também foi envelhecendo com o passar do tempo, ficando careca e barrigudo, fato raro nos quadrinhos;

Na Holanda ocorreu um caso semelhante ao do nosso Chiquinho. O personagem americano foi adaptado para o ambiente local, tornando-se ícone nacional dos quadrinhos;
A obra traz uma entrevista exclusiva com o jornalista e músico Afonso Botari, o primeiro leitor de O Tico-Tico, que acompanhou a trajetória da revista e de seus autores por toda a vida. Botari veio a falecer justamente no dia 11 de outubro de 2005, no aniversário de cem anos da publicação, aos 106 anos de idade;

J. Carlos realizou centenas de desenhos infantis para O Tico-Tico. Fato freqüentemente ignorado nas reportagens a respeito desse fabuloso artista;

O primeiro Almanaque de O Tico-Tico foi lançado no final de 1906, para 1907. Sempre foi publicado com capa dura, deixando de circular em 1958. Desde seu lançamento, passou a ser um item obrigatório para as crianças de classe média, no Natal, um objeto típico das festas de final de ano.

Frases:

"O Tico-Tico é pai e avô de muita gente importante. Se alguns alcançaram importância mas fizeram bobagens, O Tico-Tico não teve culpa. O Dr. Sabe-Tudo e o Vovô ensinavam sempre a maneira correta de viver, de sentar-se à mesa e de servir à pátria. E da remota infância, esse passarinho gentil voa até nós, trazendo no bico o melhor que fomos um dia. Obrigado, amigo!".
Carlos Drummond de Andrade

"Meu pai tomara pra mim uma assinatura da revista carioca O Tico-Tico. Estou certo de que suas histórias muito contribuíram para a germinação da semente do ficcionista que dormia nos interiores do menino".
Érico Veríssimo

"A criança está perdendo a infância, aquela infância que eu tive lendo o meu O Tico-Tico. Meu pai perguntava: 'O que você quer?' - Almanaque d'O Tico-Tico!'".
Lygia Fagundes Telles

"Aprendi a ler quase sozinho, aos seis anos, graças ao O Tico-Tico".
Luís da Câmara Cascudo

"O Tico-Tico era a única revista dedicada às crianças brasileiras e lhes dava tudo: histórias, adivinhações, prêmios de dez mil réis, lições de coisas, páginas de armar e principalmente de aventuras".
Carlos Drummond de Andrade

"Lia revistas em quadrinhos, sim. O Tico-Tico, na meninice".
Gilberto Freyre

"Quando eu era criança, e isso faz tempo, havia o Almanaque do Tico-Tico. Era um dos presentes que eu mais gostava de ganhar".
Ruth Rocha

"O Tico-Tico era uma revista presente e desejada na minha infância, embora já estivesse sofrendo a competição braba das outras publicações com histórias em quadrinhos norte-americanas. Isso, nos anos 40".

A obra traz uma entrevista exclusiva com o jornalista e músico Afonso Botari, o primeiro leitor de O Tico-Tico, que acompanhou a trajetória da revista e de seus autores por toda a vida. Botari veio a falecer justamente no dia 11 de outubro de 2005, no aniversário de cem anos da publicação, aos 106 anos de idade;

J. Carlos realizou centenas de desenhos infantis para O Tico-Tico. Fato freqüentemente ignorado nas reportagens a respeito desse fabuloso artista;

O primeiro Almanaque de O Tico-Tico foi lançado no final de 1906, para 1907. Sempre foi publicado com capa dura, deixando de circular em 1958. Desde seu lançamento, passou a ser um item obrigatório para as crianças de classe média, no Natal, um objeto típico das festas de final de ano.

Frases:

"O Tico-Tico é pai e avô de muita gente importante. Se alguns alcançaram importância mas fizeram bobagens, O Tico-Tico não teve culpa. O Dr. Sabe-Tudo e o Vovô ensinavam sempre a maneira correta de viver, de sentar-se à mesa e de servir à pátria. E da remota infância, esse passarinho gentil voa até nós, trazendo no bico o melhor que fomos um dia. Obrigado, amigo!".
Carlos Drummond de Andrade

"Meu pai tomara pra mim uma assinatura da revista carioca O Tico-Tico. Estou certo de que suas histórias muito contribuíram para a germinação da semente do ficcionista que dormia nos interiores do menino".
Érico Veríssimo

"A criança está perdendo a infância, aquela infância que eu tive lendo o meu O Tico-Tico. Meu pai perguntava: 'O que você quer?' - Almanaque d'O Tico-Tico!'".
Lygia Fagundes Telles

"Aprendi a ler quase sozinho, aos seis anos, graças ao O Tico-Tico".
Luís da Câmara Cascudo

"O Tico-Tico era a única revista dedicada às crianças brasileiras e lhes dava tudo: histórias, adivinhações, prêmios de dez mil réis, lições de coisas, páginas de armar e principalmente de aventuras".
Carlos Drummond de Andrade

"Lia revistas em quadrinhos, sim. O Tico-Tico, na meninice".
Gilberto Freyre

"Quando eu era criança, e isso faz tempo, havia o Almanaque do Tico-Tico. Era um dos presentes que eu mais gostava de ganhar".
Ruth Rocha

"O Tico-Tico era uma revista presente e desejada na minha infância, embora já estivesse sofrendo a competição braba das outras publicações com histórias em quadrinhos norte-americanas. Isso, nos anos 40".
Mauricio de Sousa

"Como explicar o sucesso da revista que formou, no início do século passado, várias gerações de leitores e expoentes brasileiros? Os seus personagens eram geniais e refletiam diversos aspectos da realidade brasileira".
Arnaldo Niskier

"Ainda que tivesse sido apenas a primeira revista infantil publicada no país, seu centenário não merecia passar em branco. Acontece que O Tico-Tico, pioneirismos à parte, durou quase seis décadas, abrigou em sua equipe a nata do grafismo nacional e, com seus quadrinhos, charadas, adivinhações, lições de história, ciências, boas maneiras e civismo, curiosidades, objetos para armar e o escambau, educou e divertiu umas três gerações de brasileiros".
Sérgio Augusto